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 OS 12 carros mais econômicos para rodar na estrada

Mas com os preços dos combustíveis cada vez mais altos, fica difícil conseguir aproveitar totalmente o prazer de cair na estrada. Por isso selecionamos os modelos mais econômicos de carros para rodar nas estradas, uma lista com os top 20 mais econômicos para você! Tem para todos os gostos, de 1.0, esportivos e SUVs.

1° Toyota Prius 1.8 

Cidade: 18,9 km/l

Estrada: 17 km/l

O campeão da economia é o Toyota Prius, modelo hibrido da japonesa, que é o grande desta lista. O Prius é um belíssimo carro, com modelo esportivo e muito conforto e luxo. O modelo está avaliado a partir de R$ 128,300!


2° Volkswagen up! TSI 1.0 

Cidade: 14,3 km/l

Estrada: 16,3 km/l

3° Fiat Mobi 1.0 

Cidade: 13,7 13,7 km/l

Estrada: 16,1 km/l

4° Ford Fusion 2.0 Hybrid 

Cidade: 16,8 km/l

Estrada: 15,1 km/l

5° Hyundai HB20S 1.0 19° Hyundai HB20S 1.0 

Cidade: 11,9 km/l

Estrada: 15,2 km/l

6° Fiat Uno 1.0 

Cidade: 13,2 km/l

Estrada: 15,2 km/l

7° Audi A1 Sportback 1.4

Cidade: 12,6 km/l

Estrada: 15,2 km/l

8° Volkswagen Voyage 1.0 

Cidade: 13,1 km/l

Estrada: 15,3 km/l

9° Nissan New Versa 1.0 

Cidade: 12,9 km/l

Estrada: 15,3 km/l

10° Ford New Fiesta Hatch 1.0 

Cidade: 12,2 km/l

Estrada: 15,3 km/l

11° Volvo XC90 2.0 T8 

Cidade: 15,3 km/l

Estrada: 15,8 km/l

12° Volvo XC40 R DESING 2.5 AUT

Cidade: 10,1 km/l

Estrada: 14,8 km/l

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RONDONÓPOLIS FECHA POR 10 DIAS PARA CONTER AVANÇO DO CORONA VÍRUS

O Comitê de Crise da Prefeitura Municipal de Rondonópolis, juntamente com orgãos e representantes do comercio, em reunião realizada na na tarde deste sábado (21), optou pelo fechamento do  comércio no municipio até dia 31 de março.

Somente será permitido o funcionamento de serviços essenciais, como: Supermercados, Postos de combustíveis; Farmácias e que terão horarios especificos de funcionamento.

Bares,restaurantes, lanchonetes, pizzarias, conveniencias e similares edevem obedecer um decreto do dia 20 e não podem abiri suas portas.

a medida que será regulamentada por decreto municipal, tem por objetivo reduzir o risco de contamionação por covid-19 e o periodo de 10 dias poderá ser prorrogado caso seja necessario após avaliação dos profissionais de saude e dos orgãos competentes. FONTE:MARRETA URGENTE

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Entenda como funciona o seguro em acidente que matou Ricardo Boechat

13/02/2019 / FONTE: CQCS

Seguradoras e resseguradores podem questionar o pagamento de indenização por responsabilidade civil envolvendo a queda do helicóptero que matou o jornalista Ricardo Boechat nesta segunda-feira (11 de fevereiro). O alerta foi feito pelo consultor Sérgio Ricardo, em entrevista exclusiva para o CQCS.

Segundo ele, isso ocorrerá se ficar comprovado que a atividade da aeronave era restrita e o piloto estava, na prática, fazendo táxi-aéreo.

Sergio Ricardo disse ainda que, inicialmente, apenas as indenizações pela RETA (seguro de Responsabilidade do Explorador e Transportador Aéreo), cuja contratação é obrigatória, são devidas.

Contudo, ele alertou que os valores previstos por essa apólice “são muito pequenos”.

Vale lembrar que levantamentos preliminares junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revelaram que o helicóptero que caiu com o jornalista não tinha autorização para fazer táxi aéreo. De acordo com o site UOL, a RQ Serviços Aéreos Especializados estava certificada apenas para prestar serviços como aerofotografia.

O consultor frisou ainda aeronaves desse tipo só levantam voo com o certificado de seguro.

No seguro aeronáutico destacam-se nas condições especiais, os chamados Aditivos A e B e a cobertura R.E.T.A. a 2° risco.

O “Aditivo A” é a garantia do casco da aeronave, ou seja, a cobertura dos danos materiais e das despesas com socorro e salvamento da aeronave sinistrada em razão de acidentes e atos danosos praticados por terceiros.

Já o “Aditivo B” é a garantia de Responsabilidade do Explorador e Transportador Aéreo R.E.T.A.), que é obrigatório, conforme previsto no Código Brasileiro de Aeronáutica – CBA (Lei 7.565/86).

A garantia R.E.T.A. se subdivide em quatro classes de danos: a passageiros e suas bagagens; a tripulantes e suas bagagens; a pessoas e bens no solo; e por colisão ou abalroamento.

Em linhas, a cobertura R.E.T.A. garante o reembolso de toda e qualquer indenização por danos corporais e/ou materiais causados pela aeronave sinistrada que o segurado venha a ser judicialmente obrigado a pagar ou por acordo expressamente autorizado pela seguradora, respeitados os limites de indenização estipulados no contrato de seguro. “Tais danos vão desde morte e invalidez permanente ao reembolso de despesas médicas e hospitalares e perda, dano ou avaria da bagagem. É obrigatória por lei. Indenizam as vítimas de acidentes com tais veículos”, assinalou Sergio Ricardo.

O consultor disse ainda que há também a cobertura R.E.T.A. a 2º risco, que é uma cobertura de responsabilidade civil facultativa para os proprietários de aeronaves e tem como finalidade complementar a garantia R.E.T.A., pois os valores de indenização desta, limitados pelo CBA, são considerados relativamente baixos (cerca de R$ 15 mil por pessoa, incluindo todos a bordo e, desde que contratado, as crianças de colo).

Essa cobertura é acionada quando o valor a ser indenizado é maior que a importância segurada via cobertura R.E.T.A., o que ocorre comumente.  Nesse caso, a garantia R.E.T.A. a 2° risco pagará o valor restante.

Sergio Ricardo destacou que, na prática, a cobertura R.E.T.A. a 2° risco é a cobertura de RC mais importante a ser contratada. “Pelo Código Civil, o transportador responde pelos danos causados às pessoas transportadas e suas bagagens, salvo motivo de força maior, sendo nula qualquer cláusula excludente da responsabilidade. E a responsabilidade contratual do transportador por acidente com o passageiro não é elidida por culpa de terceiro, contra o qual tem ação regressiva (artigos 734 e 735)”, concluiu.Tags: AcidenteBoechatRicardo BoechatSeguro

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Gigantes do mercado de seguros se unem e os Corretores terão mais oportunidades de rentabilizar e fidelizar clientes

15/02/2019 / FONTE: CQCS | Ivan Netto

Duas das maiores seguradoras do Brasil, a HDI Seguros e a Icatu Seguros anunciaram uma parceria para a oferta de seguros de Vida e Acidentes Pessoais. No modelo de negócios acordado entre as gigantes do setor, a Icatu será responsável pelo desenvolvimento de produtos exclusivos, emissão de apólices e atendimento ao consumidor, garantindo a melhor experiência do cliente no pós-venda, assistências e sinistros. Já à HDI compete a distribuição por meio de sua força comercial, que inclui filiais e escritórios em todas as regiões do País e mais de 23 mil corretores integrados.

A iniciativa é parte dos esforços de ambas as empresas para alcançar objetivos de mão-dupla: enquanto a HDI busca ampliar seu portfólio voltado à proteção das pessoas durante suas jornadas, a Icatu almeja estimular essa mesma cultura e potencializar o alcance de suas soluções.

“A capilaridade da HDI e a expertise da Icatu permitem o estabelecimento de um ecossistema empresarial virtuoso que gera ganhos para todos. As companhias ampliarão seus negócios, os corretores terão mais oportunidades de rentabilizar e fidelizar clientes e os consumidores, por sua vez, terão mais acesso a proteções”, explica Murilo Riedel, CEO da HDI Seguros.

“É importante destacar ainda que o corretor de seguros é o nosso principal parceiro e peça fundamental em todas as iniciativas que desenvolvemos. A geração de novas linhas de negócios é vantajosa tanto para as seguradoras, quanto para corretores e clientes”, complementa Flávio Rodrigues, vice-presidente Comercial da HDI Seguros.

Presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel, lembra que, como uma companhia especialista em pessoas, o propósito da seguradora é contribuir com as melhores soluções de proteção e planejamento financeiro. “Nesta parceria estratégica, em que cada companhia traz o que tem de melhor, ampliaremos nosso alcance, oferecendo mais oportunidades de negócio aos corretores e a diversidade e qualidade dos nossos produtos a novos clientes”, enfatiza.

Neste primeiro momento, os novos produtos serão comercializados para pessoas física e jurídica. Há projetos futuros em análise, como por exemplo cross-sell com seguros de automóvel, residencial e empresarial oferecidos pela HDI.

O início da operação deve acontecer somente no segundo semestre. Os resultados serão divididos via cosseguro em uma natureza de sociedade de 50% a 50%.

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Seguradora pode negar indenização para motorista que transita com velocidade em excesso

15/02/2019 / FONTE: CQCS | Sueli Santos

O motorista que excede a velocidade permitida ao transitar em rodovias perde a cobertura contratada em seguro. Este foi o caso de uma transportadora de Urussanga, no sul de Santa Catarina, que requeria indenização de seguradora pela perda de carga após acidente de trânsito.

A 5ª Câmara Civil do TJ, em apelação sob relatoria do desembargador Luiz Cézar Medeiros, entendeu que a transportadora descumpriu o contrato, uma vez que o motorista da carreta estava em velocidade acima do permitido (100 km/h) para a via no momento do acidente (60 km/h), de acordo com o tacógrafo. A extensão do dano remonta a R$ 264.629.

O contrato previa que “sob nenhuma hipótese, poderão ser ultrapassados os limites de velocidade estabelecidos nas rodovias utilizadas para a viagem segurada”. O recurso da transportadora baseou-se no Código de Defesa do Consumidor (CDC). Já o entendimento dos desembargadores, amparado pela jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), não prevê o enquadramento no CDC mas, sim, no Código Civil.

Em 2012, a transportadora aumentou a apólice de seguro de R$ 200 mil para R$ 655 mil com o objetivo de garantir a carga de guinchos que foram transportados de Caxias (RS) para Belém (PA). Em uma viagem no mês de agosto, o motorista perdeu o controle do caminhão em uma curva em rodovia no Paraná, que resultou em dano de 40% da carga.

O condutor alegou que conhecia a estrada e conduzia a carreta em velocidade média de 60 km/h a 70 km/h, mas não provou ou explicou o motivo do acidente. “A atitude imprudente do preposto da transportadora ao desrespeitar os comandos emitidos no pacto com a seguradora autoriza a negativa de cobertura do sinistro”, disse o relator em seu voto. Também participaram da sessão os desembargadores Ricardo Fontes e Jairo Fernandes Gonçalves. Na primeira instância, o caso foi julgado na comarca de Criciúma

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Após ser lesado por Proteção Veicular associado quer realizar denuncia


15/02/2019 / FONTE: CQCS

O CQCS recebeu, através do “Fale Conosco”, um pedido de ajuda do sr. Haron Mota,  residente em Nilópolis (RJ). Associado da Global Clube de Benefícios, ele denunciou essa associação, que comercializa a chamada “proteção veicular”, por não cumprir o que havia sido acordado.

No contato, Haron Mota, explicou que teve o carro roubado e, posteriormente, recuperado pela associação, com a ajuda de rastreador. Contudo, a oficina credenciada por essa associação fez apenas maquiagem no motor do carro, que estava bem danificado. “Fui pegar carro e eles não tinham peças e não consertaram várias coisas. Levei o carro para casa e constatei outros problemas”, narra o denunciante, que buscou o auxílio do CQCS após realizar pesquisas na Internet.

Somente na segunda oficina, também credenciada, desmontaram o motor, mas os problemas continuaram, o que o levou a procurar ajuda para formular sua denúncia da associação.

O CQCS consultou o vice-presidente da Fenacor, Dorival Alves de Sousa, segundo o qual qualquer pessoa pode denunciar essas associações que atuam irregularmente. “Há dois caminhos, ou procura o sindicato (no caso do corretor) ou encaminha carta denúncia diretamente para a Susep, para que a informação seja checada pela área competente e sejam adotadas as devidas providências”, frisou.

Ele ressaltou, contudo, que a denuncia deve ser bem embasada, se possível com a apresentação de documentos como propostas, registro e prospectos. “A denúncia não pode ser vaga para não dificultar trabalho da Susep”, concluiu.

CQCS entrou em contato com a Susep e a autarquia informou que para qualquer denuncia relacionado ao mercado de seguros deve acessar: http://www.susep.gov.br/fale-conosco

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