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Decisão tomada pela Susep na circular 613/10 pode ser positiva para o mercado 23/09/2020 / FONTE: CQCS

Na última segunda-feira, o CQCS noticiou que a Susep publicou a  Circular 613/20, que disciplina o atendimento às reclamações dos consumidores dos mercados supervisionados e às denúncias no âmbito da autarquia. De acordo com a circular, a partir de 1º de janeiro de 2021, os consumidores dos mercados supervisionados deverão registar suas reclamações no Consumidor.gov.br, plataforma digital oficial da administração pública federal direta, autárquica e fundacional para a autocomposição nas controvérsias em relações de consumo.

O CQCS conversou com Angélica Carlini, Advogada especializada em Direito do Seguro, para entender quais as consequências disso para o mercado e consumidores. Ela explicou que o impacto poderá ser bastante positivo por se tratar de uma forma mais rápida, simples e eficiente de solução de conflitos, inspirada no serviço conhecido como Reclame Aqui, muito utilizado pelos consumidores brasileiros.

Ela também pontuou que há distinção entre os tipos de reclamações. Há reclamação que poderá ser feita na plataforma digital e é um relato individualizado de insatisfação do consumidor relativamente à atuação de sociedade seguradora, sociedade de capitalização e entidade de previdência complementar. E denúncia, que é um relato de suposta infração a dispositivos legais ou infralegais disciplinadores das atividades de seguro, cosseguro, resseguro, retrocessão, previdência complementar aberta e capitalização. A própria circular faz essa distinção porque as denúncias serão tratadas pela própria SUSEP, enquanto que as reclamações serão tratadas na plataforma digital”. 

Ainda de acordo com Angélica, também há vantagens para o consumidor. “Os consumidores utilizaram com tanto sucesso a plataforma Reclame Aqui que o governo criou uma similar e colocou à disposição para utilização gratuita. Agora, o setor de seguros privados por sua superintendência formaliza a utilização dessa plataforma como instrumento para solução de conflitos entre consumidores e seguradores, de forma segura e com ampla possibilidade de diálogo, apresentação de argumentos, documentos e encaminhamento de soluções”, pontua. 

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as seguradoras que mais recebem reclamações

Saiba quais são as seguradoras que mais recebem reclamações Novo ranking cria índice a partir da ponderação de número de queixas e participação de mercado das empresas

Rio de Janeiro — O mercado de seguros — que arrecadou cerca de R$ 248 bilhões, excluindo o segmento de saúde, em 2019 — terá pela primeira vez um ranking de reclamações. O índice, que será divulgado hoje no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep), é resultado de uma ponderação entre o número de queixas feitas pelos consumidores ao órgão regulador e a participação de mercado das empresas.

O objetivo, diz a Susep, é dar mais transparência à relação entre empresas e consumidores e identificar oportunidades de melhoria.

— A ferramenta irá qualificar a informação para que o consumidor tome decisões mais assertivas. É importante também para a Susep direcionar suas ações, orientar melhores práticas às empresas — afirma Rafael Scherre, diretor técnico da superintendência.

A avaliação abrange 114 empresas ou grupos, com participação de mercado superior a 0,2%. A ponderação usada para formular o índice, no entanto, pode levar a um certo estranhamento do consumidor ao verificar que não necessariamente os primeiros lugares são ocupados pelas empresas com o maior número de reclamações.

Isso explica o fato de a Sabemi, com 2.391 queixas junto à superintendência, em 2019, ter um índice de 9,86, levando em conta também sua arrecadação, e estar no topo da lista, seguida pela seguradora Líder, representante do Consórcio do Seguro DPVAT, que teve 5.521 reclamações, mas um índice de 2,61.

Entre as dez empresas que ocupam as primeiras posições do ranking de insatisfação estão ainda: Previsul, Aliança do Brasil, Investprev, Porto Seguro, MBM, Capemisa, Seguros Sura e Generali Brasil.

A ferramenta, disponível no site (susep.gov.br), permite filtrar a busca por ano, número de reclamação, pelo índice e pela arrecadação da empresa. Segundo a Susep, essa primeira versão deve receber aprimoramento em breve e incorporar outras análises, como os principais motivos de queixa e os segmentos de seguro.

Ferramenta de informação

A entidade antecipa que o DPVAT e o segmento de automóveis concentraram a maioria dos registros em 2019.

Para a economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ione Amorim, a transparência é fundamental para o crescimento do mercado que tem alto potencial de desenvolvimento, visto que, por exemplo, apenas 30% dos carros que circulam no Brasil são segurados.

Para Ione, a falta de confiança e compreensão sobre os serviços são aspectos que criam resistência à contratação e questionamentos não só ao órgão regulador, mas a entidades de defesa do consumidor e à Justiça:

— Muitas vezes o consumidor não sabe o que está contratando, sequer qual a real cobertura. Essa desinformação gera aumento nas reclamações. Se tivesse clareza do que está pagando, seriam menores as queixas.

Luciano Timm, titular da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão do Ministério da Justiça, também considera a divulgação do índice de reclamação pela Susep um instrumento importante de informação antes da compra.

O segmento de seguros é o décimo colocado entre os setores mais reclamados nos Procons, segundo ranking do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec). Cobrança indevida, problemas com contrato e falta de resolução dos SACs das empresas estão entre as queixas mais frequentes relatadas, aponta o Sindec.

—Sabemos que muitas queixas contra o setor não chegam aos Procons porque o consumidores vão direto à Justiça. Quanto mais informação o consumidor tem para contratar, melhor, pois fará escolhas mais acertadas e na ponta isso pode reduzir, inclusive, ações na Justiça — avalia.

Setor critica ranking

O secretário da Senacon vai sugerir à Susep que some ao ranking queixas feitas por intermédio do portal do governo federal, o Consumidor.gov.

A ferramenta foi duramente criticada pelo setor. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) disse ter sido surpreendida com a divulgação do índice e afirmou que não concorda com a maneira como as informações estão organizadas. Na avaliação da CNSeg, a plataforma vai prestar uma informação deturpada, que não ajudará o consumidor a fazer uma melhor avaliação do setor.

Procurada, a Sabemi, primeira colocada no ranking de insatisfação, informou ter revisado processos internos com foco no atendimento ao cliente e acrescenta já ver queda nas reclamações.

A Líder alegou desconhecer a metodologia, mas, informada sobre as regras, disse que a comparação de reclamações ao número de segurados ou de indenizações reclamadas seria mais adequada.

A Previsul informou que todas as reclamações foram respondidas e solucionadas com o prazo médio de 48 horas.

Já a Generali alegou que sua estatística diverge da divulgada pela Susep em 11 queixas e disse não conhecer o critério de categorização do órgão, afirmando, no entanto, que o ranking deveria ser ponderado a partir do número de clientes.

A Invest diz trabalhar para o aprimoramento da operações, com investimentos em tecnologia, processos e em profissionais experientes. Aliança do Brasil e Porto Seguro não quiseram se posicionar. MBM e Capemisa não responderam ao GLOBO até o fechamento desta edição.

font. exame.com

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A importância do Corretor de seguros

Atualmente é muito fácil contratar um seguro. Mas todo o processo de contratação de seguros precisa obrigatoriamente da participação de um Corretor. Este profissional é essencial na orientação e esclarecimento de todas as questões sobre a apólice e as diferentes características de cada plano.

Mas afinal, quem é o Corretor de seguros? O Corretor é um profissional que irá ajudá-lo a escolher a melhor e mais adequada opção de seguro para seu perfil e necessidade. É ele quem vai intermediar o seu contato com a seguradora, que estará disponível para eventuais dúvidas e que pode inclusive, acionar o seu seguro em caso de sinistro ou outras coberturas opcionais dentro do seu contrato.

Por que devo pedir ajuda a um Corretor?

O corretor de seguros é um profissional especializado, tecnicamente preparado, legalmente habilitado a intermediar, angariar e a promover contratos de seguros entre as Sociedades Seguradoras, Empresas de Previdência Aberta, Capitalização e os consumidores, sejam eles pessoas naturais ou jurídicas.

A Lei 4.594 de 29/dezembro/64 regula a profissão de corretor de seguros. Para exercer a profissão o corretor de seguro tem a necessidade prévia de adquirir a autorização de operação concidade pela SUSEP – Superintendência de Seguros Privados.

Para conceder essa autorização a SUSEP exige que a pessoa interessada seja aprovada em exame específico. O corretor de seguros é o representante da seguradora, muito mais que um mero vendedor.

Ele é responsável pela proteção do patrimônio das pessoas, da mesma forma que é responsável pela garantia do futuro. O corretor de seguros oferece as melhores soluções para todas as situações, entendendo-se como melhores não apenas as mais baratas, mas principalmente as que protejam da melhor maneira possível os danos decorrentes de eventos que atinjam os seus segurados.

O corretor de seguros é um especialista. Alguém treinado para entender a dinâmica da vida, avaliar os diferentes tipos de risco, conhecer os danos possíveis e os produtos desenhados para minimizá-los. Mas sua atuação vai muito além.

Cabe a ele assessorar o segurado durante toda a vigência do contrato de seguro.
O corretor de seguros trabalha na prospecção dos segurados, passa por todos os momentos da contratação da apólice, tem o dever de assegurar o cliente quando da ocorrência do evento coberto, durante todo o processo de regulação e liquidação do sinistro até o recebimento da indenização.

Mas seu trabalho vai mais além. Cabe ao corretor de seguros estar ao lado do segurado no momento da renovação dos seus seguros. Informar a data do vencimento da apólice e, no momento oportuno, apresentar as melhores alternativas para manter a proteção adequada para aquele determinado risco.

Definida a melhor alternativa, o corretor negociar com a seguradora de forma a proteger os interesses do segurado, evitando que, por desconhecimento, ele contrate algo que não é o ideal.

O corretor de seguros é tão essencial quanto o médico ou o advogado.

Conhece as seguradoras e por isso sabe a especialidade e em que ramo esta ou aquela atua com mais eficiência, quais as regiões que uma ou outra preferem, que tipo de segurados são mais bem atendidos por cada uma delas, quais as vantagens de preço e cobertura que elas oferecem, como cada uma se comporta diante de determinadas situações, como elas procedem na regulação e liquidação dos sinistros, etc.

O negócio de seguro é extremamente específico e técnico. Não é para amadores ou ignorantes no assunto.

A apólice é um contrato complexo, sofisticado, com variáveis determinadas por pequenos detalhes incluídos em cláusulas que podem fazer toda a diferença no momento do pagamento de uma indenização.

Quem conhece este universo por dever de profissão é o corretor de seguros. As seguradoras não vendem seguros diretamente porque não saibam ou não possam fazê-lo.

A razão para não fazerem isto num país como o Brasil é meramente pragmática. As seguradoras comercializam suas apólices através de corretores de seguros porque sabem que é a melhor forma de reduzirem ao mínimo a possibilidades de problemas. Temos o atendimento essencial para compreender quais são as suas necessidades e assim realizar a melhor indicação de serviço.

Como ele pode me auxiliar em caso de sinistro?

Em caso de colisão, roubo ou furto, incêndio, enchente ou alagamento é preciso que você contate imediatamente o seu Corretor para que ele possa resolver o mais rápido possível .

A Otimus corretora de seguros tem profissionais habilitados para sanar todas suas duvidas e fazer aquela cotação que você procura.

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Novo projeto cria seguro obrigatório

O deputado Capitão Alberto Neto (REPUBLIC/AM) apresentou projeto de lei que altera o Código Civil para incluir na cobertura de seguros de vida óbitos decorrentes de epidemias ou pandemias, quando assim forem declaradas por autoridades competentes.

De acordo com a proposta, “será compulsória a contratação por parte do empregador, seja sociedade empresária, cooperativa, associação ou entidade jurídica equivalente e pelo Poder Público, quando for o caso, de seguro de vida obrigatório destinado a oferecer cobertura integral para todos os profissionais da área de saúde que atuem nas atividades meio ou fim em clínicas, laboratórios e quaisquer estabelecimentos hospitalares da rede privada ou pública.”

Segundo parlamentar, a pandemia do Covid-19 trouxe ao debate social a exposição real das fragilidades e vulnerabilidades que as diversas categorias de profissionais de saúde estão expostas no âmbito dos estabelecimentos hospitalares da rede particular e do Sistema Único de Saúde (SUS), que envolve desde o atendimento básico até a realização de transplantes de alta complexidade, além de pacientes contaminados que passam semanas nas UTIs em rígido e delicado tratamento. “A nossa proposta se estende à rede privada também, pois, paralelamente ao SUS, a sociedade brasileira ainda dispõe de um conjunto de iniciativas privadas que atuam na prestação de serviços de saúde, como hospitais, clínicas, laboratórios, os quais consistem nas mais diversas formas de constituição jurídicas, a exemplo de cooperativas, associações sem fins lucrativos, sociedades empresárias de responsabilidade limitada, dentre outras”, observa o autor do projeto.

font.cqcs

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5 milhões de entregadores de aplicativos exigem proteção de seguros

Os entregadores de aplicativos, que preparam uma nova greve para o dia 25 de julho, estão exigindo que as empresas do setor contratem diferentes tipos de seguros que possam aumentar a sua segurança. As reivindicações, se forem atendidas, poderão atender a aproximadamente cinco milhões de trabalhadores.

Representantes da categoria de vários estados brasileiros estiveram reunidos, nesta quarta-feira (08 de julho), com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, a quem entregaram uma série de reivindicações incluindo a criação de um seguro obrigatório de acidentes pessoais e a contratação de um seguro ou plano de saúde para que possam realizar suas entregas “com segurança durante a pandemia de Covid-19”.

Eles também exigem melhores remunerações nas taxas de entrega e se queixam da excessiva jornada de trabalho.

PROJETO. 

Segundo a Agência Câmara, a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) anunciou um novo encontro com o presidente da Câmara e com consultores legislativos para dar início à “sistematização de um projeto de lei” que regulamente os direitos dos empregadores e garanta as reivindicações demandadas pela categoria.

Já a deputada Sâmia Bonfim (Psol-SP), que organizou o encontro, destacou que Rodrigo Maisa não apresentou prazo para votação de propostas, mas indicou que já na próxima semana devem começar a elaborar um texto.

font.cqcs.

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Reparo em até 48h para automóveis

Produto pode oferecer assistência de reparo em até 48h para automóveis 13/04/2020 / FONTE: CQCS

A Autoglass desenvolveu um produto que busca atender o segurado que teve a lataria ou peças plásticas externas do veículo afetadas em pequena colisão, mas que preferiu não acionar a seguradora porque os custos de reparação não atingiram a franquia de casco.  

O produto ‘Lataria e Pintura’, inclui diversos tipos de conserto com valor abaixo da franquia do seguro, oferecendo cobertura para todas as partes externas do veículo, que sejam de metal ou de plástico, como carroceria, pára-choques e outros. 

O serviço inclui a garantia de R$ 1.000,00, sendo que a franquia devida será de apenas R$ 150,00, não importando se foi uma ou várias peças danificadas.

Esse produto possui muitos diferenciais, mas em destaque estão i) a velocidade na entrega do veículo, pois a maior parte dos serviços são entregues em até 48h, ii) o serviço não afetar a classe de bônus do seguro e iii) o serviço engloba as peças que não são possíveis de serem reparadas, mas nesse caso auxiliamos o segurado com condições especiais para que ele realize a compra das peças e garantimos a mão de obra de instalação.

A Superintendente Comercial da Autoglass, Lyssia Chieppe, destacou a cobertura como uma excelente opção para pessoas que utilizam seus veículos como meio de trabalho e que normalmente acabam deixando pequenas batidas para corrigir depois. “O cliente vai ficar três, quatro, até cinco dias na funilaria para consertar, e são cinco dias, não só que ele vai pagar pelo conserto, como também vai deixar de receber uma receita”, pontuou.

“Podemos fazer o serviço em até 24h, 48h, em geral, se for possível fazer o reparo rápido, entregamos o serviço muito mais rápido do que entregaria uma funilaria tradicional”, concluiu a Superintendente.

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 OS 12 carros mais econômicos para rodar na estrada

Mas com os preços dos combustíveis cada vez mais altos, fica difícil conseguir aproveitar totalmente o prazer de cair na estrada. Por isso selecionamos os modelos mais econômicos de carros para rodar nas estradas, uma lista com os top 20 mais econômicos para você! Tem para todos os gostos, de 1.0, esportivos e SUVs.

1° Toyota Prius 1.8 

Cidade: 18,9 km/l

Estrada: 17 km/l

O campeão da economia é o Toyota Prius, modelo hibrido da japonesa, que é o grande desta lista. O Prius é um belíssimo carro, com modelo esportivo e muito conforto e luxo. O modelo está avaliado a partir de R$ 128,300!


2° Volkswagen up! TSI 1.0 

Cidade: 14,3 km/l

Estrada: 16,3 km/l

3° Fiat Mobi 1.0 

Cidade: 13,7 13,7 km/l

Estrada: 16,1 km/l

4° Ford Fusion 2.0 Hybrid 

Cidade: 16,8 km/l

Estrada: 15,1 km/l

5° Hyundai HB20S 1.0 19° Hyundai HB20S 1.0 

Cidade: 11,9 km/l

Estrada: 15,2 km/l

6° Fiat Uno 1.0 

Cidade: 13,2 km/l

Estrada: 15,2 km/l

7° Audi A1 Sportback 1.4

Cidade: 12,6 km/l

Estrada: 15,2 km/l

8° Volkswagen Voyage 1.0 

Cidade: 13,1 km/l

Estrada: 15,3 km/l

9° Nissan New Versa 1.0 

Cidade: 12,9 km/l

Estrada: 15,3 km/l

10° Ford New Fiesta Hatch 1.0 

Cidade: 12,2 km/l

Estrada: 15,3 km/l

11° Volvo XC90 2.0 T8 

Cidade: 15,3 km/l

Estrada: 15,8 km/l

12° Volvo XC40 R DESING 2.5 AUT

Cidade: 10,1 km/l

Estrada: 14,8 km/l

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 Pandemias causam prejuízo de US$ 197,7 bilhões

Entre os anos de 2001 e 2016, as pandemias causaram um prejuízo de US$ 197,7 bilhões à economia mundial, de acordo com levantamento da Marsh.

Durante a epidemia de zika em 2015, que atingiu 76 países, as perdas somaram o montante de US$ 18 bilhões na América Latina e no Caribe. No Brasil, que foi o epicentro, foram US$ 16 bilhões.

Segundo a Marsh, as novas pandemias terão impactos maiores porque as companhias dependem mais de tecnologia, viagens e das cadeias de suprimento globais.

A estimativa do Banco Mundial é de que uma pandemia severa pode derrubar até 5% do Produto Interno Bruto (PIB) global.
“O impacto econômico já é nítido. Há empresas mudando suas rotinas, há desaceleração na produção, indústrias reduzindo atividades ou parando, diz a superintendente para Prática de Responsabilidade Civil e Ambiental da Marsh, Katia Papaioannou.Tags: Coronavíruscovid19Pandemia

Fonte:SINCOR-SP

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 VEJAS AS MELHORES INDENIZAÇÕES DE SEGURO

As melhores indenizações de seguros

Quais são os tipos de indenização que existem para danos ao veículo segurado?

Perda parcial

As avarias de um sinistro que podem ser consertadas por um valor abaixo de 75% do valor do carro, conforme o critério adotado no contrato, são consideradas para efeito do seguro “perda parcial”.

Dependendo da extensão dos danos, ou seja, não ultrapassados os 75% do valor do carro, a seguradora se responsabilizará pelo reparo do veículo, ficando o segurado responsável pelo pagamento da franquia (participação do segurado nos prejuízos) diretamente à oficina.

Indenização integral

O sinistro de danos ao veículo que, em decorrência de sua extensão, não torna viável economicamente a sua reparação é, comumente, chamado indenização integral.

Essa situação ocorre quando os custos de reparação do veículo são superiores a 75% do Limite Máximo de Indenização, que é a quantia correspondente ao valor segurado do veículo.

A seguradora indenizará o segurado em valor equivalente ao veículo – indenização integral –, conforme a modalidade de contratação escolhida.

No caso de roubo e furto, a indenização integral só é reconhecida se o seu carro não for recuperado antes do pagamento da indenização pela seguradora.


Quais são os tipos de indenização para roubo ou furto do veículo segurado?

Caso seu veículo segurado seja roubado ou furtado e não for encontrado antes do pagamento da indenização, você receberá da seguradora a quantia equivalente ao valor de mercado. O valor de mercado é calculado de acordo com a modalidade que você contratou, que pode ser valor de mercado referenciado ou valor determinado. Leia mais em Tipos de coberturas.


Quais são os tipos de indenização que existem para danos a terceiros?

Quando o veículo segurado for responsável por um acidente que cause danos a terceiros – pessoas ou objetos –, a seguradora reembolsará o segurado pelas despesas que ele for obrigado a pagar, tais como reparo dos danos materiais, despesas médico-hospitalares, indenização a pessoas feridas ou a seus beneficiários, inclusive em caso de morte.

O procedimento mais usual é que a seguradora indenize diretamente a pessoa, o proprietário do bem atingido ou a oficina que reparou o veículo.


Acessórios, carrocerias, equipamentos, blindagem e kit-gás estão cobertos na apólice de seguro de automóveis?

O seguro para acessórios – rádios e similares –, carrocerias e equipamentos “de serviço” de caminhões, assim como blindagem de veículos e kit-gás – cilindros e demais equipamentos necessários – deve ser contratado com cobertura específica.

Na hipótese de se materializar o risco previsto na cobertura, inclusive roubo ou furto, a seguradora se responsabilizará pelo reparo ou pagará a indenização, de acordo com o valor estipulado na apólice.


A apólice de seguro de automóveis inclui cobertura para Acidentes Pessoais de Passageiros (APP)?

Esta é outra cobertura adicional. No caso de acidente em que algum dos passageiros do veículo segurado seja ferido e a cobertura de APP tiver sido contratada, a seguradora arcará com as despesas médico-hospitalares ou indenizará o segurado ou seus beneficiários.

As coberturas que podem ser contratadas são: morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares.


O que é o serviço de Assistência 24h ou Assistência dia e noite?

Os serviços de atendimento ao segurado, chamados Assistência 24 horas ou Assistência dia e noite, garantem, em caso de pane ou acidente, a prestação de socorro ao veículo segurado e seus ocupantes, como reparo mecânico no local ou guincho. Estão incluídas também no Serviço de Assistência coberturas como chaveiro, troca de pneu, hospedagem em caso de impossibilidade de retorno, entre outras.

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Agricultores receberam R$ 341 mi em indenizações pagas por seguradoras em 2019

Os produtores rurais receberam cerca de R$ 341 milhões em indenizações pagas pelas seguradoras por meio do PSR (Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural) em 2019. Os dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apontam que das 95 mil apólices que os agricultores contrataram com o apoio do governo no ano passado, cerca de 9 mil foram acionadas.

A seca foi o fator que mais gerou indenizações aos agricultores, num total de R$ 168,2 milhões. Em seguida, vêm a geada (R$ 73,6 milhões), o granizo (R$ 59,7 milhões) e a chuva excessiva (R$ 23,4 milhões). As lavouras mais atingidas pelos fenômenos climáticos foram a segunda safra do milho, a soja, o trigo, a uva e maçã, diz o Mapa.

O PSR transfere o risco da atividade no campo para as seguradoras. Em caso de a safra se perder por algum motivo coberto na apólice, o produtor é indenizado e consegue pagar os compromissos assumidos na safra.

Font. Revista apólice

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SEGURO E SUAS MUDANÇAS

Seguro de carro na quarentena: o que mudou no atendimento das Seguradoras

Os seguros de automóveiscontinuam com a cobertura inalterada durante a pandemia do novo coronavírus, mas algumas mudanças na forma de realização do serviço tiveram que ser adaptadas devido às circunstâncias.

Todas as seguradoras entrevistadas por Autoesporte passaram a incentivar o uso de canais digitais para contatar a empresa, para evitar contatos presenciais desnecessários e agilizar o processo de resolução dos problemas.

A Porto Seguro também solicitou que todos os prestadores acima dos 60 anos de idade ou com a saúde debilitada permanecessem em casa durante o período.

Na mesma direção, os funcionários do call center da Tokio Marine estão atuando remotamente de suas casas.

Em relação às medidas de prevenção, todas afirmaram que reforçaram os protocolos de higiene. Os funcionários da Porto estão equipados com álcool em gel e máscaras e são orientados a usá-los durante os serviços, além de manterem uma distância segura dos clientes.

A empresa também afirmou que o tempo de atendimento está mais rápido, já que o trânsito diminuiu.

A Mapfre declarou que os segurados que estavam utilizando um carro reserva e não puderam devolvê-lo, não sofrerão cobranças adicionais. “O cliente deverá manter contato com a locadora para receber as orientações sobre a devolução do veículo”, completou.

Para os recém-contratantes do AutoRoubo+Rastreador da Tokio Marine, o prazo de instalação do dispositivo aumentou para 30 dias.

O que acontece com os seguros caso o governo aumente o estado de calamidade pública? E se for declarado estado de defesa ou de sítio?

Para tais situações, tanto a Porto Seguro quanto a Mapfre não têm resposta. Já a Superintendência de Seguros Privados explicou que isso deverá ser tratado no próprio ato administrativo a ser editado pelo Governo Federal.

A Tokio Marine também comunicou que não pode comentar a questão já que não há sinalização do governo. Entretanto, a seguradora relembrou que garantiu a cobertura para seus segurados mesmo nas enchentes graves que acometeram o os estados do sudeste durante o primeiros meses do ano.

“Mantivemos as coberturas e o atendimento de praxe ainda que em um cenário de grande adversidade”, disse Luiz Padial, diretor de automóvel da empresa. FONTE: Revista Auto Esporte

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