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Os 10 carros mais roubados do Brasil – Conheça os preços dos seguros

Hyundai HB20, Volkswagen Gol, Ford Fiesta, Ford Focus, Renault Sandero, Fiat Palio, Toyota Corolla, Fiat Uno, Volkswagen Voyage e Volkswagen Fox possuem algo em comum, mas não é uma coisa boa. Estes são os 10 carros mais roubados do Brasil, de acordo com o Índice de Veículos Roubados (IVR) da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Logo, esse grupo também tem outro indicador muito ruim, o preço alto do seguro. Afinal, não dá para se arriscar em grandes centros com um carro que a maioria dos ladrões está de olho. Assim, a Minuto Seguros, corretora online, fez uma simulação dos preços médios dos seguros dos modelos citados acima em cinco capitais do país, mas não necessariamente nas cinco maiores.

A pesquisa foi realizada em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília (e cidades-satélites), Curitiba e Aracaju tendo como perfil homem de 35 anos, casado e com cobertura contratada contra terceiros de R$ 100.000. O levantamento foi feito com cotações das seguradoras AIG, Allianz, Azul, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Sompo Seguros e Tokio Marine.

Confira abaixo os preços médios de seguros dos 10 carros mais roubados do Brasil:

1) Hyundai HB20 Comfort 1.0

  • São Paulo – R$ 3.239,13
  • Curitiba – R$ 3.208,56
  • Rio de Janeiro – R$ 2.987,11
  • Brasília – R$ 2.283,49
  • Aracaju – R$ 1.897,25

2) Volkswagen Gol Trendline 1.0

  • Rio de Janeiro – R$ 3.848,10
  • São Paulo – R$ 3.420,93
  • Curitiba – R$ 3.017,96
  • Brasília – R$ 2.424,34
  • Aracaju – R$ 1.969,77

3) Ford New Fiesta Titanium Plus 1.0

  • Rio de Janeiro – R$ 3.882,93
  • São Paulo – R$ 3.557,78
  • Curitiba – R$ 3.022,54
  • Brasília – R$ 2.607,19
  • Aracaju – R$ 2.143,33

4) Ford Focus SE 1.6

  • Rio de Janeiro – R$ 5.632,04
  • Brasília – R$ 4.865,77
  • São Paulo – R$ 4.517,29
  • Curitiba – R$ 4.118,02
  • Aracaju – R$ 3.101,82

5) Renault Sandero Authentique 1.0

  • Rio de Janeiro – R$ 3.407,26
  • Curitiba – R$ 2.755,96
  • São Paulo – R$ 2.750,10
  • Brasília – R$ 2.379,32
  • Aracaju – R$ 1.976,59

6) Fiat Palio Attractive 1.0

  • Rio de Janeiro – R$ 4.057,63
  • São Paulo – R$ 3.601,25
  • Curitiba – R$ 2.806,47
  • Brasília – R$ 2.416,69
  • Aracaju – R$ 1.725,70

7) Toyota Corolla GLi 1.8

  • Rio de Janeiro – R$ 4.473,04
  • Brasília – R$ 3.810,58
  • Curitiba – R$ 3.622,59
  • São Paulo – R$ 3.429,90
  • Aracaju – R$ 2.341,17

8) Fiat Uno Way 1.0

  • Rio de Janeiro – R$ 4.114,37
  • São Paulo – R$ 2.889,91
  • Curitiba -R$ 2.478,99
  • Brasília – R$ 2.165,96
  • Aracaju – R$ 1.804,69

9) Volkswagen Voyage Trendline 1.0

  • Rio de Janeiro – R$ 4.236,55
  • São Paulo – R$ 3.423,02
  • Curitiba – R$ 3.308,11
  • Brasília – R$ 2.476,24
  • Aracaju – R$ 1.996,94

10) Volkswagen Fox Trendline 1.0

  • Rio de Janeiro – R$ 3.405,10
  • São Paulo – R$ 2.961,15
  • Curitiba – R$ 2.608,52
  • Brasília – R$ 2.275,79
  • Aracaju – R$ 1.785,43

font. www.noticiasautomotivas.com.br

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Suhai Seguradora oferta seguro com preços até 80% menores

Um dos públicos atendidos pela Suhai Seguradora, empresa do Grupo Suhai que atua com a missão de tornar mais acessível o seguro de veículos, é o composto por taxistas e motoristas de aplicativo. Para os táxis e veículos que atendem aplicativos de transporte, que muitas vezes têm o perfil negado pelas seguradoras em função da alta exposição a sinistros, a Suhai oferece seu seguro exclusivo contra furto e roubo, com assistência 24h (com opção da cobertura de perda total por colisão e outros danos) em todo o Brasil, o que facilita o acesso a uma importante ferramenta que protege o bem e a renda a partir do trabalho com os veículos.

De acordo com os números da Uber, há mais de meio milhão de motoristas parceiros no Brasil, sendo que, destes, 150 mil atuam no Estado de São Paulo, com maior concentração na região metropolitana da capital; em São Paulo (SP), também é relevante o número de táxis, que chegam a cerca de 40 mil alvarás concedidos. “Na Suhai, conseguimos dar condições de seguro para uma enorme frota existente no País e que muitas vezes não é atendida pelas companhias tradicionais, pois temos soluções para carros com mais de 10 ou 20 anos de uso, incluindo os rebaixados, esportivos, utilitários e ainda os táxis e carros de aplicativos, entre outros perfis, que têm mais dificuldade de serem aceitos em outras seguradoras”, informa Robson Tricarico, Diretor Comercial da Suhai Seguradora.

Todos os diferenciais oferecidos partem das premissas da Suhai Seguradora, que oferece seu produto a partir da estratégia de democratizar o seguro, respeitando as escolhas dos proprietários de veículos por todo o País, com expertise de atuação em todos os tipos de veículos, principalmente nos que oferecem maior risco de exposição.

Para ter uma ideia de como é vantajoso contratar um seguro da Suhai Seguradora, foi elaborado uma tabela comparativa com o valor médio dos valores praticados no mercado. Utilizamos como base o seguinte perfil: Homem, 24 anos, solteiro, estudante, utiliza o veículo como meio de transporte, guarda o veículo em garagem fechada na residência, mas não possui garagem ou estacionamento fechado no trabalho. Reside na região metropolitana de São Paulo/SP, CEP: 09510-000.

font http://www.seguronoticias.com/suhai-seguradora-oferta-seguro-com-precos-ate-80-menores

Os melhores carros para motoristas de aplicativos são:

VeículoSuhai SeguradoraMédia das Seguradoras
Toyota Hilux 3.0 4×4 (2012)R$ 3.345R$ 12.510
Volkswagen Golf 1.6 (2013)R$ 2.011R$ 7.374
Mitsubishi L200 Triton (2012)R$ 3.714R$ 14.151
Volkswagen Gol Special 1.0 (2005)R$ 1.397R$ 3.386
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Grupo Allianz registra forte rentabilidade no 2º tri

Após um início bem-sucedido em 2019, o Grupo Allianz manteve um desempenho operacional muito forte no segundo trimestre do ano. No centro deste resultado está a estratégia focada da Allianz, sua execução firme e seu diversificado portfólio de negócios. O crescimento da receita interna, com a correção dos efeitos cambiais e de consolidação, foi de 4,1% no segundo trimestre de 2019. A receita total aumentou em 6,1% atingindo €33,2 (segundo trimestre de 2018: €31,3) bilhões. O lucro operacional cresceu 5,4% e registrou €3,2 (contra €3,0) bilhões no segundo trimestre de 2019, em grande parte impulsionado pelo segmento de negócios Vida e Saúde, com bom desempenho subjacente e um lucro sem precedentes nos Estados Unidos. O lucro operacional do nosso segmento de Gestão de Ativos aumentou, sobretudo como resultado das receitas mais elevadas decorrentes dos ativos sob gestão. Um resultado mais baixo do investimento levou a um decréscimo no lucro operacional do nosso segmento de negócios Property-Casualty (P&C).

O lucro líquido atribuível aos acionistas aumentou 13,1%, passando a €2,1 (€1,9) bilhões no segundo trimestre de 2019, devido ao crescimento do lucro operacional e a uma melhora no resultado não operacional. Este último melhorou porque o segundo trimestre de 2018 foi afetado por um impacto negativo da venda de nossa carteira tradicional de seguro de vida em Taiwan.

O lucro básico por ação (EPS) aumentou 10,2%, registrando €9,76 (€8,86) no primeiro semestre de 2019. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) anualizado foi de 14,7% (ano completo de 2018: 13,2%). O índice de capitalização sob o Solvency II diminuiu dos 218% registrados no fim do primeiro trimestre de 2019 para 213% no fim do segundo trimestre de 2019. O declínio foi motivado predominantemente por movimentos de mercado e ações de gestão de capital, ambos parcialmente compensados ​​pelos ganhos operacionais positivos do Solvency II.

No primeiro semestre de 2019, o lucro operacional cresceu 6,4% ficando em €6,1 (€5,8) bilhões, o que está acima do ponto médio de nossa meta para o ano todo. O lucro operacional do nosso segmento de Vida e Saúde aumentou, apoiado por um lucro sem precedentes nos Estados Unidos. O segmento Property-Casualty (P&C) registrou um resultado melhorado na subscrição de prêmios, ao passo que o lucro operacional do nosso segmento de Gestão de Ativos permaneceu estável. Nosso crescimento do lucro operacional foi o principal impulsionador do crescimento de 7,3% no lucro líquido atribuível ao acionista que alcançou €4,1 bilhões.

Em 14 de fevereiro de 2019, a Allianz anunciou um novo programa de recompra de ações de até €,5 bilhão. Um total de 6,2 milhões de ações foram adquiridas até 30 de junho de 2019, representando 1,5% do capital em circulação.

“Estou orgulhoso pelo fato de a equipe Allianz ter, mais uma vez, apresentado um desempenho saudável”, declarou Oliver Bäte, CEO do Grupo Allianz. “O desempenho sustentável é o resultado da rigorosa execução da nossa estratégia que fornece soluções desejadas aos nossos clientes. Nossos resultados no semestre comprovam que a Allianz está no caminho certo para atingir as suas metas para o ano todo.”

Seguro Property-Casualty (P&C): forte crescimento na receita e sólido resultado na subscrição

  • A receita total aumentou 7,3% registrando €13,4 bilhões no segundo trimestre de 2019. Com a correção para efeitos de conversão cambial para moeda estrangeira e consolidação, o crescimento interno totalizou 4,3%. Os principais impulsionadores desse crescimento foram AGCS, Euler Hermes e Alemanha.
  • O lucro operacional declinou 5%, em comparação ao segundo trimestre de 2018, ficando em €1,4 bilhão, devido a um resultado mais baixo no investimento, enquanto o resultado da subscrição permaneceu estável.
  • O índice combinado se manteve estável na marca de 94,3% no segundo trimestre de 2019, já que o resultado menor do run-offfoi parcialmente compensado por uma forte melhora no nosso índice de despesas.

“Estamos vendo um sólido desempenho no nosso segmento Property-Casualty (P&C), apesar do menor resultado de investimento”, afirmou Giulio Terzariol, diretor financeiro do Grupo Allianz. “O crescimento interno, apoiado por mudanças saudáveis ​​nas taxas, mostra a força da nossa empresa. Continuamos a manter uma subscrição disciplinada, ao mesmo tempo em que seguimos avançando na nossa produtividade, conforme comprovado pelo índice de despesas melhorado”.

No primeiro semestre de 2019, a receita total aumentou para €32,9 (€30,9) bilhões. Após os ajustes para corrigir os efeitos cambiais e de consolidação, o crescimento interno foi de 4,5%, impulsionado principalmente pela AGCS, Alemanha e Euler Hermes. O lucro operacional melhorou em 4%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, passando a €2,8 bilhões, devido a um resultado melhor na subscrição, já que registramos menores sinistros decorrentes de catástrofes naturais, assim como um melhor índice de despesas. O índice combinado para o primeiro semestre melhorou 0,4 pontos percentuais e chegou a 94%.

Seguro Vida e Saúde: crescimento de dois dígitos no lucro

·         Valor atual dos prêmios de novos negócios (PVNBP)[1], foi elevado para €15,2 (€14,0) bilhões no segundo trimestre de 2019, principalmente como resultado do aumento das vendas em seguro de Vida na Alemanha e nos Estados Unidos. Isso foi parcialmente compensado pelo enfraquecimento nas vendas de produtos na Itália e em Taiwan. ·         A margem de novos negócios (NBM) subiu para 3,6% (3,5%) no segundo trimestre de 2019 devido a um mix de negócios favorável, elevando em 10,7%, o valor dos novos negócios (VNB), que registrou €544 (€491) milhões.·         O lucro operacional cresceu para €1,2 (1,1) bilhão no segundo trimestre de 2019, impulsionado principalmente pela mudança no período de amortização do custo de aquisição diferido (Deferred Acquisition Costs (DAC) para as anuidades de índices fixo nos Estados Unidos e pelo crescimento em volume. Esse avanço foi parcialmente compensado por uma menor margem de investimento.

“Nosso segmento de Vida e Saúde continuou se mantendo muito bem no ambiente de baixas taxas de juros, conforme demonstrado por nossas vendas dinâmicas”, afirmou Giulio Terzariol. “Continuamos crescendo em todas as regiões e nas nossas linhas de negócios preferenciais. Margens de novos negócios saudáveis darão apoio à nossa lucratividade operacional futura.”

No primeiro semestre de 2019, o valor atual dos prêmios de novos negócios aumentou para €32,9 (€29,0) bilhões, em grande parte devido às maiores vendas em seguro de Vida na Alemanha e nos Estados Unidos. O lucro operacional subiu para €2,3 (€2,1) bilhões, impulsionado principalmente pelo efeito favorável da mudança no período de amortização do custo de aquisição diferido (Deferred Acquisition Costs – DAC)  nos Estados Unidos. A margem de novos negócios aumentou para 3,5% (3,4%), elevando o valor dos novos negócios a €1,153 (€980 milhões) bilhão.

Gestão de ativos: fortes entradas líquidas também no segundo trimestre – ativos  sob gestão registram alta histórica

  • Os ativos sob gestão de terceiros (AuM) tiveram crescimento de €44 bilhões, atingindo €1,591 trilhão no segundo trimestre de 2019, registrando mais uma vez um recorde histórico. Esse aumento foi impulsionado pelos efeitos positivos no mercado da ordem de €37,8 bilhões e entradas líquidas de €20,3 bilhões. Efeitos desfavoráveis ​​de conversão de moeda estrangeira de €14,4 bilhões tiveram um impacto compensatório.
  • O total de ativos sob gestão aumentou para €2,163 trilhões, registrando mais uma vez um valor sem precedentes.
  • A relação custo-benefício (CIR) melhorou 0,5 ponto percentual ficando em 61,1%, frente ao segundo trimestre de 2018. O lucro operacional aumentou para €678 (€652) milhões no segundo trimestre de 2019 devido a um aumento das receitas operacionais, suportado por um AuM (ativos sob gestão de terceiros) médio mais elevado. Considerados os ajustes por efeitos de conversão cambial, o lucro operacional permaneceu estável.

“Neste trimestre, a Gestão de Ativos entregou novamente resultados robustos”, disse Giulio Terzariol. “Com os ativos de terceiros sob gestão em um novo nível recorde de €1,591 trilhão, estamos em vias de atingir a nossa meta de lucro operacional para o ano todo.”

No primeiro semestre de 2019, as receitas operacionais tiveram alta de 1,9%, passando a €3,3 bilhões, apoiadas por maiores receitas provenientes de AuM. Como as taxas de desempenho diminuíram e os investimentos no crescimento do negócio foram feitos, a relação custo-benefício aumentou 0,6 ponto percentual, indo para 62,3%. O lucro operacional subiu 0,4%, para €1,251 (€1,247) trilhão. Em termos internos, o lucro operacional diminuiu 4,9%. Além disso, efeitos favoráveis de mercado, entradas líquidas de terceiros e a aquisição da Gurtin Municipal Bond Management resultaram em ativos sob gestão de terceiros de €1,591 trilhão – um aumento de €155 bilhões, equivalendo a 10,8% a mais em relação ao final do ano de 2018.

font http://www.seguronoticias.com/grupo-allianz-registra-forte-rentabilidade-no-2o-tri

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Liberty Seguros está entre as cinco seguradoras mais inovadoras do Brasil

Pelo quarto ano consecutivo, a Liberty Seguros foi eleita uma das empresas mais inovadoras do setor de seguros pelo ranking da revista “Valor Inovação Brasil”, anuário do Valor Econômico que premia as 150 companhias que se destacam no desenvolvimento de tecnologia e pesquisa no país.

A classificação foi elaborada pelo jornal em parceria com a Strategy&, consultora estratégica do Network PwC, por meio de uma pesquisa com empresas de diferentes setores e levou em conta investimentos em inovação, melhores práticas, criação de novos produtos, soluções e estratégias, entre outros indicadores.

Em 2018, a seguradora deu continuidade aos seus investimentos por meio de iniciativas inovadoras para corretores, serviços digitais para todos os seus públicos e um novo laboratório de inovação.

Solaria Labs

Lançado em junho, o Solaria Labs é o laboratório de inovação da Liberty Mutual, trazido para São Paulo, para atender às necessidades dos clientes brasileiros e iniciar o relacionamento do laboratório com o mercado inovador do país, além de dobrar a capacidade de inovação da Liberty no Brasil.
Atualmente, o espaço explora as principais tendências globais nas áreas de mobilidade, habitação, comércio e novas formas de proteção para os maiores investimentos e eventos da vida, com o objetivo de criar produtos disruptivos que atendam às necessidades crescentes dos consumidores.

Campus Party

Neste ano, a seguradora foi uma das patrocinadoras da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. Além do patrocínio, a companhia realizou um hackathon que contou com mais de 80 participantes inscritos, com o objetivo de pensar em novas ideias e alternativas que atendessem ao desafio de “Soluções para corretores em início de carreira”.
A empresa também levou mais de 50 corretores ao evento, para que pudessem conhecer a feira, o estande da Liberty e participassem de diversas atividades inovadoras oferecidas pelas outras patrocinadoras.

Meu Marketing

Em 2018, pensando no sucesso de seus corretores e na digitalização desse público, a Liberty Seguros lançou o Meu Marketing, ferramenta que oferece aos parceiros uma série de materiais de comunicação pré-formatados que eles podem personalizar com seus logotipos, dados para contato e conteúdo, de acordo com as suas necessidades. Com a plataforma, a entrada dos corretores no ambiente online ficou mais fácil e eles têm uma opção mais prática no momento de oferecer produtos e serviços aos clientes.

Academia Digital

Com foco nos corretores e seguindo as tendências de digitalização, a Liberty lançou no ano passado a Liberty Academia Digital, um formato inovador de treinamento para parceiros para habilitá-los a promover os produtos de seguro nas mídias sociais e a alcançar potenciais clientes.

O treinamento digital foi realizado por meio de vídeo-aulas utilizando o conceito de gamificação e atendeu os mais diferentes perfis de corretores: desde aos com pouco conhecimento em mídias sociais, aos com algum conhecimento, mas que não sabiam como criar conteúdo e aos que já produziam conteúdos, mas não sabiam como otimizar seus resultados. A Academia Digital recebeu mais de 60 mil acessos ao redor do Brasil.

“Esses lançamentos, entre outros diversos projetos que a Liberty Seguros realiza todo ano, reforçam o compromisso com a inovação na estratégia da companhia, em todas as frentes”, diz Patricia Chacon, diretora de Transformação da Liberty Seguros”. “Estamos sempre atentos às tendências do mercado e trabalhamos constantemente para estar entre as empresas mais inovadoras do nosso setor”, completa.Tags: Liberty Seguros

font https://www.cqcs.com.br/noticia/liberty-seguros-esta-entre-as-cinco-seguradoras-mais-inovadoras-do-brasil/

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No mês da conscientização no trânsito, confira dicas para evitar acidentes.

Porto Seguro ressalta campanha Trânsito+Gentil e serviços para manutenção preventiva

Maio é conhecido como o mês da prevenção aos acidentes de trânsito. De acordo com pesquisa realizada pelo Observatório Nacional de Segurança Viárias, 90% dos acidentes são causados por falhas humanas, como imprudência, desatenção e falta de cuidado com o veículo. Por isso, é essencial que o motorista esteja atento a todo o ambiente e também mantenha o automóvel em perfeito funcionamento, podendo, assim, mudar as estatísticas.

O Gerente dos Centros Automotivos Porto Seguro, Marcos Iombriller, traz dicas de como os acidentes podem ser evitados.

Manutenção do automóvel
Manter a manutenção do veículo em dia, além de ter atenção e cuidado ao dirigir é o que faz a diferença para encarar o trânsito. A Porto Seguro conta com uma rede de Centros Automotivos, onde é possível realizar a troca de óleo, inspecionar os freios, pneus e luzes, pontos essenciais para garantir a segurança no trânsito. “Muitas vezes, os condutores se esquecem e acreditam que o seu carro nunca irá causar problemas, deixando, assim, de realizar os devidos reparos”, afirma Marcos.
Fique atento aos sinais do carro

Marcos ressalta também a importância de estar atento aos sinais que o veículo passa ao motorista. “Sons diferentes, sensação diferente ao dirigir (por exemplo quando o carro parece não andar em linha reta) podem apontar sinal de alerta de que algo está errado”, explica o gerente.

Reparos no veículo é um investimento
Outra dica para evitar acidentes é não encarar os reparos preventivos como um gasto. “Você estará investindo na sua segurança e na de todas as pessoas que utilizarem o veículo. Além disso, esses pequenos reparos evitam grandes problemas do carro no futuro”….

31/05/2019 / FONTE: Porto Seguro


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Embriaguez ao volante: Vítima pode ser indenizada pela seguradora do infrator.

Superior Tribunal de Justiça, em julgamento de Recurso Especial, afirmou que devem prevalecer os interesses da vítima, terceira na relação securitária, afastando, em relação a esta, a exclusão de cobertura pela embriaguez do segurado.

O Superior Tribunal de Justiça vinha entendendo que a vítima de um acidente de trânsito, causado por motorista embriagado, não poderia se valer do seguro do causador do dano para ser indenizada pelos prejuízos causados.

Todavia, o recente julgamento do Recurso Especial nº 1.738.247/SC, trouxe uma decisão inédita, assegurando o direito à indenização securitária pelas vítimas do acidente decorrente de embriaguez do segurado, já que, entendeu, a decisão, que nos seguros de responsabilidade civil devem prevalecer os interesses da vítima.

A seguradora, neste caso, deve pagar a indenização diretamente à vítima e pode voltar-se contra o segurado para se ressarcir do que pagou.

Vale salientar que, de janeiro a abril de 2019, a Polícia Rodoviária Federal calculou 1.597 ocorrências ligadas à ingestão de álcool ao volante em rodovias pelo Brasil, o que torna, ainda mais relevante, a discussão desse assunto no âmbito da cobertura securitária.

Essa decisão aplica-se apenas ao caso julgado, mas é um precedente que demonstra uma nova abordagem do assunto pela Corte Superior, que pode ser seguido por outros Magistrados.

“A polêmica é antiga a respeito deste tema”, ressalta o advogado Sandro Raymundo, especialista em seguros, “mas o STJ, com base na função social do contrato e no art. 787 do Código Civil, está tendo uma nova reflexão sobre o tema, ao decidir que, no seguro de responsabilidade civil, há um duplo interesse, tanto da vítima, como do segurado.”

Ainda segundo Raymundo, que atua há 20 anos na área, “esse entendimento, embora novo no Brasil, não é estranho ao direito comparado. A Lei de Seguros Espanhola, (artigo 76 da Lei 50/1980) é até mais rigorosa na proteção dos interesses das vítimas.”

Além disso, conclui o advogado, “Essa decisão vem ao encontro da recente mudança de entendimento do Superior Tribunal de Justiça, no sentido de proteger, também, os direitos dos beneficiários nos seguros de vida. Nesta espécie de seguro, o STJ já pacificou o entendimento de que é devida a indenização aos beneficiários, mesmo que o segurado tenha falecido em decorrência do seu estado de embriaguez (Súmula 620).”
31/05/2019 / FONTE: Revista Cobertura

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Entenda como funciona o seguro em acidente que matou Ricardo Boechat

13/02/2019 / FONTE: CQCS

Seguradoras e resseguradores podem questionar o pagamento de indenização por responsabilidade civil envolvendo a queda do helicóptero que matou o jornalista Ricardo Boechat nesta segunda-feira (11 de fevereiro). O alerta foi feito pelo consultor Sérgio Ricardo, em entrevista exclusiva para o CQCS.

Segundo ele, isso ocorrerá se ficar comprovado que a atividade da aeronave era restrita e o piloto estava, na prática, fazendo táxi-aéreo.

Sergio Ricardo disse ainda que, inicialmente, apenas as indenizações pela RETA (seguro de Responsabilidade do Explorador e Transportador Aéreo), cuja contratação é obrigatória, são devidas.

Contudo, ele alertou que os valores previstos por essa apólice “são muito pequenos”.

Vale lembrar que levantamentos preliminares junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revelaram que o helicóptero que caiu com o jornalista não tinha autorização para fazer táxi aéreo. De acordo com o site UOL, a RQ Serviços Aéreos Especializados estava certificada apenas para prestar serviços como aerofotografia.

O consultor frisou ainda aeronaves desse tipo só levantam voo com o certificado de seguro.

No seguro aeronáutico destacam-se nas condições especiais, os chamados Aditivos A e B e a cobertura R.E.T.A. a 2° risco.

O “Aditivo A” é a garantia do casco da aeronave, ou seja, a cobertura dos danos materiais e das despesas com socorro e salvamento da aeronave sinistrada em razão de acidentes e atos danosos praticados por terceiros.

Já o “Aditivo B” é a garantia de Responsabilidade do Explorador e Transportador Aéreo R.E.T.A.), que é obrigatório, conforme previsto no Código Brasileiro de Aeronáutica – CBA (Lei 7.565/86).

A garantia R.E.T.A. se subdivide em quatro classes de danos: a passageiros e suas bagagens; a tripulantes e suas bagagens; a pessoas e bens no solo; e por colisão ou abalroamento.

Em linhas, a cobertura R.E.T.A. garante o reembolso de toda e qualquer indenização por danos corporais e/ou materiais causados pela aeronave sinistrada que o segurado venha a ser judicialmente obrigado a pagar ou por acordo expressamente autorizado pela seguradora, respeitados os limites de indenização estipulados no contrato de seguro. “Tais danos vão desde morte e invalidez permanente ao reembolso de despesas médicas e hospitalares e perda, dano ou avaria da bagagem. É obrigatória por lei. Indenizam as vítimas de acidentes com tais veículos”, assinalou Sergio Ricardo.

O consultor disse ainda que há também a cobertura R.E.T.A. a 2º risco, que é uma cobertura de responsabilidade civil facultativa para os proprietários de aeronaves e tem como finalidade complementar a garantia R.E.T.A., pois os valores de indenização desta, limitados pelo CBA, são considerados relativamente baixos (cerca de R$ 15 mil por pessoa, incluindo todos a bordo e, desde que contratado, as crianças de colo).

Essa cobertura é acionada quando o valor a ser indenizado é maior que a importância segurada via cobertura R.E.T.A., o que ocorre comumente.  Nesse caso, a garantia R.E.T.A. a 2° risco pagará o valor restante.

Sergio Ricardo destacou que, na prática, a cobertura R.E.T.A. a 2° risco é a cobertura de RC mais importante a ser contratada. “Pelo Código Civil, o transportador responde pelos danos causados às pessoas transportadas e suas bagagens, salvo motivo de força maior, sendo nula qualquer cláusula excludente da responsabilidade. E a responsabilidade contratual do transportador por acidente com o passageiro não é elidida por culpa de terceiro, contra o qual tem ação regressiva (artigos 734 e 735)”, concluiu.Tags: AcidenteBoechatRicardo BoechatSeguro

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Gigantes do mercado de seguros se unem e os Corretores terão mais oportunidades de rentabilizar e fidelizar clientes

15/02/2019 / FONTE: CQCS | Ivan Netto

Duas das maiores seguradoras do Brasil, a HDI Seguros e a Icatu Seguros anunciaram uma parceria para a oferta de seguros de Vida e Acidentes Pessoais. No modelo de negócios acordado entre as gigantes do setor, a Icatu será responsável pelo desenvolvimento de produtos exclusivos, emissão de apólices e atendimento ao consumidor, garantindo a melhor experiência do cliente no pós-venda, assistências e sinistros. Já à HDI compete a distribuição por meio de sua força comercial, que inclui filiais e escritórios em todas as regiões do País e mais de 23 mil corretores integrados.

A iniciativa é parte dos esforços de ambas as empresas para alcançar objetivos de mão-dupla: enquanto a HDI busca ampliar seu portfólio voltado à proteção das pessoas durante suas jornadas, a Icatu almeja estimular essa mesma cultura e potencializar o alcance de suas soluções.

“A capilaridade da HDI e a expertise da Icatu permitem o estabelecimento de um ecossistema empresarial virtuoso que gera ganhos para todos. As companhias ampliarão seus negócios, os corretores terão mais oportunidades de rentabilizar e fidelizar clientes e os consumidores, por sua vez, terão mais acesso a proteções”, explica Murilo Riedel, CEO da HDI Seguros.

“É importante destacar ainda que o corretor de seguros é o nosso principal parceiro e peça fundamental em todas as iniciativas que desenvolvemos. A geração de novas linhas de negócios é vantajosa tanto para as seguradoras, quanto para corretores e clientes”, complementa Flávio Rodrigues, vice-presidente Comercial da HDI Seguros.

Presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel, lembra que, como uma companhia especialista em pessoas, o propósito da seguradora é contribuir com as melhores soluções de proteção e planejamento financeiro. “Nesta parceria estratégica, em que cada companhia traz o que tem de melhor, ampliaremos nosso alcance, oferecendo mais oportunidades de negócio aos corretores e a diversidade e qualidade dos nossos produtos a novos clientes”, enfatiza.

Neste primeiro momento, os novos produtos serão comercializados para pessoas física e jurídica. Há projetos futuros em análise, como por exemplo cross-sell com seguros de automóvel, residencial e empresarial oferecidos pela HDI.

O início da operação deve acontecer somente no segundo semestre. Os resultados serão divididos via cosseguro em uma natureza de sociedade de 50% a 50%.

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Seguradora pode negar indenização para motorista que transita com velocidade em excesso

15/02/2019 / FONTE: CQCS | Sueli Santos

O motorista que excede a velocidade permitida ao transitar em rodovias perde a cobertura contratada em seguro. Este foi o caso de uma transportadora de Urussanga, no sul de Santa Catarina, que requeria indenização de seguradora pela perda de carga após acidente de trânsito.

A 5ª Câmara Civil do TJ, em apelação sob relatoria do desembargador Luiz Cézar Medeiros, entendeu que a transportadora descumpriu o contrato, uma vez que o motorista da carreta estava em velocidade acima do permitido (100 km/h) para a via no momento do acidente (60 km/h), de acordo com o tacógrafo. A extensão do dano remonta a R$ 264.629.

O contrato previa que “sob nenhuma hipótese, poderão ser ultrapassados os limites de velocidade estabelecidos nas rodovias utilizadas para a viagem segurada”. O recurso da transportadora baseou-se no Código de Defesa do Consumidor (CDC). Já o entendimento dos desembargadores, amparado pela jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), não prevê o enquadramento no CDC mas, sim, no Código Civil.

Em 2012, a transportadora aumentou a apólice de seguro de R$ 200 mil para R$ 655 mil com o objetivo de garantir a carga de guinchos que foram transportados de Caxias (RS) para Belém (PA). Em uma viagem no mês de agosto, o motorista perdeu o controle do caminhão em uma curva em rodovia no Paraná, que resultou em dano de 40% da carga.

O condutor alegou que conhecia a estrada e conduzia a carreta em velocidade média de 60 km/h a 70 km/h, mas não provou ou explicou o motivo do acidente. “A atitude imprudente do preposto da transportadora ao desrespeitar os comandos emitidos no pacto com a seguradora autoriza a negativa de cobertura do sinistro”, disse o relator em seu voto. Também participaram da sessão os desembargadores Ricardo Fontes e Jairo Fernandes Gonçalves. Na primeira instância, o caso foi julgado na comarca de Criciúma

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Após ser lesado por Proteção Veicular associado quer realizar denuncia


15/02/2019 / FONTE: CQCS

O CQCS recebeu, através do “Fale Conosco”, um pedido de ajuda do sr. Haron Mota,  residente em Nilópolis (RJ). Associado da Global Clube de Benefícios, ele denunciou essa associação, que comercializa a chamada “proteção veicular”, por não cumprir o que havia sido acordado.

No contato, Haron Mota, explicou que teve o carro roubado e, posteriormente, recuperado pela associação, com a ajuda de rastreador. Contudo, a oficina credenciada por essa associação fez apenas maquiagem no motor do carro, que estava bem danificado. “Fui pegar carro e eles não tinham peças e não consertaram várias coisas. Levei o carro para casa e constatei outros problemas”, narra o denunciante, que buscou o auxílio do CQCS após realizar pesquisas na Internet.

Somente na segunda oficina, também credenciada, desmontaram o motor, mas os problemas continuaram, o que o levou a procurar ajuda para formular sua denúncia da associação.

O CQCS consultou o vice-presidente da Fenacor, Dorival Alves de Sousa, segundo o qual qualquer pessoa pode denunciar essas associações que atuam irregularmente. “Há dois caminhos, ou procura o sindicato (no caso do corretor) ou encaminha carta denúncia diretamente para a Susep, para que a informação seja checada pela área competente e sejam adotadas as devidas providências”, frisou.

Ele ressaltou, contudo, que a denuncia deve ser bem embasada, se possível com a apresentação de documentos como propostas, registro e prospectos. “A denúncia não pode ser vaga para não dificultar trabalho da Susep”, concluiu.

CQCS entrou em contato com a Susep e a autarquia informou que para qualquer denuncia relacionado ao mercado de seguros deve acessar: http://www.susep.gov.br/fale-conosco

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